Arquivo por categoria: Matérias

jul 14

Gaúchos Sem Fronteiras parte I

Pesquisa: Cesar Tomazzini. Definido pelo MTG, este é o tema dos festejos farroupilhas 2020. Fazendo referência a todos que, mesmo em pagos distantes cultuam as tradições gaúchas tal qual vivessem em solo riograndense. E da mesma forma, os tradicionalistas que mesmo não nascidos no nosso estado ou que nunca tenham estado aqui. TRADICIONALISMO GAÚCHO NÃO …

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jul 13

Paixão Côrtes

João Carlos D’Ávila Paixão Côrtes nasceu às três da madrugada do dia 12 de julho de 1927, na casa número 101 da Rua Rivadávia Corrêa, em Santana do Livramento, fronteira seca do Rio Grande do Sul com Rivera, Uruguai. Filho de Maria Fátima D”Ávila Paixão e de Julio Paixão Côrtes, estudou no Colégio União, em …

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jul 08

Parthenon literário Parte X Refundação

Refundação Depois de 112 anos, a Sociedade Partenon Literário reiniciou as suas atividades em 10 de julho de 1997, a partir de um grupo de intelectuais interessados em prosseguir com os postulados dos próceres de 1868, contando com o incentivo de Serafim de Lima Filho, Cláudio Pinto de Sá e Frei Aquylles Chiapin. A luta …

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jul 03

Lei nº 14.017, de 29/07/20 – Lei Aldir Blanc

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO  Publicado em: 30/06/2020 | Edição: 123 | Seção: 1 | Página: 1 Órgão: Atos do Poder Legislativo    Dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020. O P R E …

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jul 03

Parthenon Literário Parte XIX Legado

É um consenso entre os historiadores que a fundação do Parthenon constituiu um divisor de águas no campo lítero-cultural do estado, e que sua atividade se revestiu de uma importância ímpar em seu tempo, mas também parece ser um consenso que essa importância reside principalmente na fundação da literatura de caráter regionalista e em seu …

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jun 22

Parthenon Literário Parte VIII Abolicionismo

Ilustração da quermesse abolicionista promovida em 1884 pelo Centro Abolicionista do Parthenon Litterario e pela Câmara Municipal Negros de Porto Alegre em 1884, após sua libertação. Os parthenonistas viam a escravidão como um crime contra a humanidade e como um fator de atraso no processo civilizador, propondo um modelo econômico-social baseado no trabalho livre e …

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jun 20

Parthenon Literário parte VII Emancipação da mulher

A integração das mulheres na vida social foi uma das preocupações do Parthenon desde o começo. Na época o papel das mulheres estava confinado à esfera doméstica. Deviam ser principalmente boas esposas e boas mães, sempre submissas à liderança masculina. Tinham algum espaço em atividades culturais, sendo admissível que se tornassem professoras, e a posse …

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jun 17

Parthenon Literário Parte VI

Educação e moral No tempo do Parthenon a educação na Província era mal organizada e de baixa qualidade, e mesmo na capital a situação não era muito melhor, um contexto de precariedade reconhecido pelo próprio governo. As primeiras aulas públicas de Porto Alegre foram fundadas em 1820 com apenas três professores. Em 1832 já haviam …

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jun 11

Parthenon Literário Parte V

Política, estética e regionalismo Havia pouca unidade de propósitos políticos entre os parthenonistas, mas a maioria estava de alguma maneira politizada e muitos eram filiados ou mantinham ligações claras com partidos. Alguns dos seus principais representantes eram republicanos, especialmente Apolinário Porto-Alegre, que exercia poderosa influência sobre o grupo e seria mais tarde um dos fundadores …

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jun 06

A lenda do João de Barro

LENDAS GAÚCHAS Contam os índios que foi assim que nasceu o pássaro joão-de-barro. Segundo a lenda, há muito tempo, numa tribo do sul do Brasil, um jovem se apaixonou por uma moça de grande beleza. Jaebé, o moço, foi pedi-la em casamento. O pai dela então perguntou: – Que provas podes dar de sua força …

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jun 06

A lenda do Boitatá

LENDAS GAÚCHAS Em tempos mui antigos, que “as gentes” mal se lembram, houve um grande dilúvio, que afogou até os cerros mais altos. Pouca gente e poucos bichos escaparam e quase tudo morreu. Mas a cobra-grande, chamada pelos índios de Guaçu-boi, escapou. Tinha se enroscado no galho mais alto da mais alta árvore e lá …

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jun 06

Lenda Gaúcha do Caverá

  O Caverá é uma região na fronteira-oeste do Rio Grande do Sul, ouriçada de cerros, que se estende entre Rosário do Sul e Alegrete. Na Revolução de 1923, entre os maragatos (os revolucionários) e os chimangos (os legalistas) o Caverá foi o santuário do caudilho maragato Honório Lemes, justamente apelidado “O Leão do Caverá”. …

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jun 04

Parthenon Literário Parte III

PARTHENON LITERÁRIO Parte III Principais áreas de atuação O Parthenon Litterario se ocupou de uma grande variedade de temas candentes na é Como disse Guilhermino César, “seus generosos mentores quiseram-no espraiado a todos os domínios da inteligência, orientando letras e artes, mitigando injustiças sociais, apontando rumos à organização polític Uma amostra da amplitude dos interesses …

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jun 04

Festa Caipira não é Festa Junina Gaúcha

Em 2010, quando ainda coordenador, da primeira Região Tradicionalista do MTG, fui convidado pelo Colégio Julho de Castilhos para um a festa Junina. Chegando lá percebi que Paixão Côrtes também fora convidado. Quando ele fez uso da palavra e falou a respeito das festas juninas e as nossas tradições, me interessei pelo assunto e passei …

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maio 31

Inicio da Imprensa Riograndense “O Diário de Porto Alegre” 1 de junho de 1827

  Lourenço Junior de Castro, nasceu em Portugal, mas desde princípios do século XIX radicara-se como comerciante em Porto Alegre. Foi um entusiasta da independência do Brasil, alcançada em 1822. Quando das lutas da independência, ofereceu seus préstimos como capataz de uma companhia de Ordenanças. Nomeado comendante da Província em 1826. Partidariamente filiado à linha …

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maio 31

O Bode

O bode é um dos animais que mais aparece nas lendas e no folclore de muitos povos. Em função de seu aspecto físico, com enormes chifres, e seu temperamento rebelde e arredio, em várias culturas substitui a figura do demônio, do diabo, do capeta ou confunde-se com elementos do mundo do mal. Além disso, dá …

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maio 31

Pé Rapado

O termo “pé-rapado”, segundo o dicionário, é sinônimo de pessoa de origem humilde, pobre. Já era conhecido por volta do século 17 e é usado até hoje. Designava o pobretão, principalmente da zona rural, que andava descalço e por isso era obrigado a raspar (ou rapar) os pés para lhes tirar a lama. Mas você …

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maio 31

Sem Eira Nem Beira 1

Eira, Beira, Tribeira Você já se perguntou sobre a origem do ditado popular “sem eira nem beira”? Como acontece com várias expressões famosas que replicamos sem nem saber o motivo, essa também revela um passado de segregação e preconceito. Segundo a pesquisa “Técnicas construtivas do período colonial”, realizada pelo arquiteto e urbanista Silvio Colin, tal …

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maio 31

Parthenon Literário – parte II

Ao longo de sua existência funcionou em diversos locais, sem nunca ter tido sede própria. Segundo Sérgio da Costa Franco, pouco depois da fundação a sociedade emprestou seu nome a um empreendimento imobiliário num arrabalde distante do centro, organizado por Fernando dos Santos Pereira, que em contrapartida cedeu ao Parthenon dois terrenos destinados à construção …

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maio 31

Parthenon Literário – parte I

  A Sociedade Parthenon Litterario, mais conhecida simplesmente como Parthenon Litterario, foi uma associação literária brasileira criada em Porto Alegre, a capital do Rio Grande do Sul, considerada a principal agremiação cultural do estado no século XIX. Surgindo em um período em que as letras estavam em estado embrionário e a população era maciçamente analfabeta, …

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maio 29

Cavalaria Farrapa

Os Gaúchos imitaram o índio nas lides campeiras, mas, também o fizeram para arte da guerra; o que se tornou um trunfo, como por exemplo para os que antecederam os Farrapos, como Rafael Pinto Bandeira ( 1780); Patrício Correa da Câmara ( 1800) e José de Abreu (1820), tornando-os imbatíveis com a agilidade de sua …

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