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  Aqui as últimas matérias do meio tradicionalista...

 

 

 


CTGs Vivos dentro do conceito da Carta de Principios
 

A Tese o Sentido e o Valor do Tradicionalismo recomendam dois pontos principais:

a) ATENÇÃO ESPECIAL ÀS NOVAS GERAÇÕES

“Deve, o Tradicionalismo, operar com intensidade no setor infantil ou educacional, para que o movimento tradicionalista não desapareça com a nossa geração. Porque nós - os tradicionalistas de primeira arrancada - entramos para os Centros de Tradições Gaúchas movidos pela necessidade psicológica de encontrar o "grupo local" que havíamos perdido ou que temíamos perder. Mas as gerações novas não chegaram a conhecer o grupo local como unidade social autêntica, e somente seguirão nossos passos por força de impulsos que a educação lhes ministrar”.
“Por isso não temo afirmar que o dia mais glorioso para o movimento tradicionalista será aquele em que a classe de Professores Primários do Rio Grande do Sul - consciente do sentido profundo desse gesto, e não por simples atitude de simpatia - oferecer seu decisivo apoio a esta campanha cultural”.
“Aliás, não se concebe que as Escolas Primárias continuem por mais tempo apartadas do movimento tradicionalista. Pois a maneira mais segura de garantir à criança o seu ajustamento à sociedade é precisamente fazer com que ela receba, de modo intensivo, aquela massa de hábitos, valores, associações e reações emocionais - o patrimônio tradicional, em suma - imprescindíveis para que o indivíduo se integre eficientemente na cultura comum”.

b) ASSISTÊNCIA AO HOMEM DO CAMPO

“A idéia nuclear das Tradições Gaúchas é a figura do campeiro das nossas estâncias. Por isso, é sumamente necessário que o Tradicionalismo ampare social e moralmente o homem do campo, para que um dia não se chegue à situação paradoxal de manter-se uma Tradição de fantasia, em que se tecessem hinos de louvor ao "Monarca das Coxilhas", ao "Centauro dos Pampas", e esse gaúcho fosse um desajustado social, um pária lutando febrilmente pela própria subsistência. A nossa cultura somente poderá se impor sobre as outras culturas, no entrechoque inevitável, se for suficientemente prestigiosa. Daí a razão por que precisamos mostrar às novas gerações - bem como àqueles que, vindos de terras distantes, acorrerem à nossa querência - que as tradições gaúchas são REALMENTE belas, e que o gaúcho merece realmente a nossa admiração”.

Também na Carta de Princípios de Glaucus Saraiva temos o artigo XXII que diz:

- Procurar penetrar a atuar nas instituições públicas e privadas, principalmente nos colégios e no seio do povo, buscando conquistar para o Movimento Tradicionalista Gaúcho a boa vontade e a participação dos representantes de todas as classes e profissões dignas.
Por tudo isso entendemos que toda Entidade Tradicionalista deve participar, atuar intensivamente em parceria com as demais Entidades que não fazem parte ainda do Tradicionalismo, no sentido de levar a estas tudo de bom que o Movimento Tradicionalista têm:

- ÉTICA palavra dada- palavra empenhada – fio de bigode
- INTEGRIDADE nas ações
- UMA POLITIZAÇÃO com participação ativa no social
- O AMOR A LIBERDADE como uma questão básica
- O SENTIMENTO DE IGUALDADE, ou seja, sem castas
- RESPONSABILIDADE
- RESPEITABILIDADE - nobreza e consideração
- AMOR AO TRABALHO
- ESPIRITO SUPERADOR
-CORAJOSO
-NATIVISTA no sentido de amor ao pago
- DEFESA DA HONRA um amor próprio desenvolvido
- MODERNIDADE e liberalismo
- ASSOCIADOR , ou seja, cooperativo
- CORAGEM no que faz .

Assim indo de encontro às Entidades e Escolas não esperando que estas um dia venham ao nosso Galpão aprender o que é o Tradicionalismo, ensinar a todos esses valores básicos dos Gaúchos para assim conquistar a boa vontade a cooperação e admiração para com o Tradicionalismo e também trazer novos adeptos para dentro dos CTGs dando assim a devida renovação dos quadros associativos.

A Tese de Barbosa Lessa e a Carta de Princípios ainda recomendam:

I - Auxiliar o Estado na solução dos seus problemas fundamentais e na conquista do bem coletivo.

“E com isso o Tradicionalismo pode se transformar na maior força política do Rio Grande do Sul. Para evitar confusão de "política" com "política partidária", expressemo-nos assim: O Tradicionalismo pode constituir-se na maior força a auxiliar o Estado na resolução dos problemas cruciais da coletividade".
“O Tradicionalismo consiste numa EXPERIÊNCIA do povo rio-grandense, no sentido de auxiliar as forças que pugnam pelo melhor funcionamento da engrenagem da sociedade”.
"Tradicionalismo é o movimento popular que visa auxiliar o Estado na consecução do bem coletivo, através de ações que o povo pratica (mesmo que não se aperceba de tal finalidade) com o fim de reforçar o núcleo de sua cultura: graças ao que a sociedade adquire maior tranqüilidade na vida comum”.

VII - Fazer de cada CTG um núcleo transmissor da herança social e através da prática e divulgação dos hábitos locais, noção de valores, princípios morais, reações emocionais, etc.; criar em nossos grupos sociais uma unidade psicológica, com modos de agir e pensar coletivamente, valorizando e ajustando o homem ao meio, para a reação em conjunto frente aos problemas comuns .

Relacionado com:

“Cada Centro de Tradições Gaúchas, em si, é um novo "Grupo Local". E à medida que surgem novos Centros, em todos os municípios do Rio Grande do Sul, vai o Tradicionalismo confundindo-se com o Regionalismo, pois opera para que todos os indivíduos que compõem a Região sintam os mesmos interesses, os mesmos afetos, e desta forma reintegrem a unidade psicológica da sociedade regional”.
XIX - Influir na literatura, artes clássicas e populares e outras formas de expressão espiritual de nossa gente, no sentido de que se voltem para os temas nativistas.

Relacionado com:

“Para alcançar seus fins, o Tradicionalismo serve-se do Folclore, da Sociologia, da Arte, da Literatura, do Esporte, da Recreação, etc. Tradicionalismo não se confunde, pois, com Folclore, Literatura, Teatro, etc. Tudo isso constitui MEIOS para que o Tradicionalismo alcance seus fins”.
Como vemos entidades fechadas, mortas, que ficam esperando as pessoas virem ao seu encontro, não são aquelas que a Tese de Barbosa Lessa e a Carta de Princípios falam, devemos despertar todas às Entidades Tradicionalistas para que façam valer esses documentos fazendo valer os princípios de valores sociais, cívicos e morais neles contidos.
Guimarães – Editor do Chasque Pampeano-20/10/2006

 

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