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.:CHASQUE DO GUIMARÃES:.

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  Aqui as últimas matérias do meio tradicionalista...

 

 

 


CFor qualificando os Tradicionalistas
 

CFor , PORQUE FAZER UM CURSO COMO ESTE?

Num país e estado aonde a educação vai tão mal, onde verificamos com toda a sua brutalidade a frase de Bertand Russell, “O homem nasce ignorante, não estúpido; o que o torna estúpido é a educação" ,ou seja a educação que têm.Todos os que terminarem o curso serão educadores, multiplicadores, quer queiram ou não e cada triunfo individual, cada “estudo" publicado , como se diz, é uma demonstração de que não somos, necessariamente, imbecis. Então vamos falar de educação e CFor.

Nascemos ignorantes, mas pela educação deixamos de ser estúpidos, ou seja, devemos estudar preparar-nos para a vida e também para ensinar, por quê?

O grande mal do nosso País e do atraso econômico é a falta de priorização de políticas educacionais. O dia em que a educação for prioridade começaremos a deixar de ser atrasados e pensar que teremos um futuro mais promissor para as futuras gerações. Tudo começa na Educação, em aprender, para então ensinar, transmitir aos demais, por isso devemos fazer o CURSO CFor BÁSICO E AVANÇADO , para conhecermos as origens e princípios do Tradicionalismo e cultura gauchesca e assim poder com segurança do conhecimento adquirido transmitir a quem possa querer.Então para que o Tradicionalismo seja bem aceito pela sociedade, compreendido pelas crianças que serão os nossos futuros guardiões da cultura gauchesca devemos preparar-nos e bem preparar, não adianta ficarmos assistindo a incompreensão geral, reclamarmos da falta de apoio das autoridades, que somos tachados de grossos, que a imprensa não atende nossos reclames, se não fizermos um trabalho de base em educação, pois tudo começa ai, na educação das crianças, jovens para então começarmos a reverter o processo de esquecimento e incompreensão da sociedade.


Quando vemos nossas Entidades morrendo culturalmente, somente preocupadas em atividades lucrativas, deturpando a verdadeira cultura.
Quando vemos entidades onde os Patrões usam a entidade para promoção pessoal e benefício próprio, estimulando somente o culto de sua personalidade.
Quando visitamos entidades e constatamos várias pessoas, inclusive crianças com chapéu na cabeça, as vezes americanizado pensamos que conservar o modo gaúcho de viver, herdado de nossos antepassados, é um dos deveres de todos os Tradicionalistas Gaúchos.
Quando vemos prendas com vestimentas inadequadas à tradição e fora do recato, que é um ponto forte dos trajes femininos gaúchos.
Quando vemos CTGs sendo palco para difusão de cultura alienígenas, como recentemente se tornou público com a repercussão sobre a desfiliação do CCN Nova Raça de Canoas, pois tinha se transformado em local de difusão da Tchê Music , tipo de música que nada condiz com a nossa verdadeira vertente musical gaúcha, pois além de não ser gaúcha, mostra as reais intenções dos organizadores em reunir multidões para simplesmente lucrar sem preocupação com os bons costumes.
Quando vemos reportagens em jornais que não condizem com a realidade tradicionalista, pois são desprovidas de conhecimento da realidade dos CTGs e assim desconhecendo falam mal, não apoiando as verdadeiras ações culturais.
Quando vemos CTGs sendo mal administrados em sua situação financeira, desprovidos completamente de estrutura empresarial para assim poderem sobreviver, e sem ter como sobreviver virarem mortos vivos culturais.
Quando vemos CTGs, que não se preocupam em bem divulgar seus eventos, achando que basta fazer por fazer, que o próprio evento se auto divulgará para quem nele vier.
Quando vemos escolas sem ensino de História do Rio Grande do Sul nos currículos, falamos escolas em qualquer nível, como a própria Faculdade de História, que só tem uma matéria de história do Rio Grande do Sul em um semestre do curso, como querer que as crianças e jovens que são o grande patrimônio do nosso futuro, por serem elas que irão gerir as nossas entidades e a nossa pátria sejam totalmente alienadas da cultura tradicionalista, como querer que gostem da tradição gaúcha se não a conhecem.
Quando vemos CTGs aonde ao chegar à época da eleição não aparece nenhum associado para se candidatar a conduzir a entidade na próxima gestão, onde os associados não ajudam a patronagem a levar adiante a administração , só se preocupando em usar o CTG como um local de lazer e diversão e creche para as crianças, etc., deixando assim os dirigentes sozinhos e com dificuldades para gerir os destinos da entidade, pois sem apoio muito pouco podem fazer.


Após tudo isso, penso ter citado fatos que justifiquem porque fazer o CFor, para que tudo isso que falei não aconteça,não adianta ficar só reclamando, devemos sim é começar a nos preocupar em educar as pessoas, pois é por falta de conhecimento, que muitas vezes fazem o que fazem, vamos estudar para depois ensinar. Nós como lideranças, após estudar, temos o dever de difundir a verdadeira cultura tradicionalista, por isso tudo a grande importância do Cfor.

Peço que reflitam sobre o que vou perguntar agora:

Qual a diferença, por exemplo, entre os países ricos e os pobres?

Muitos dizem que os ricos são nações que por terem mais idade tiveram mais tempo para se desenvolver, mas como já foi pesquisado e anunciado, a questão central não é essa, pois se fosse assim, países pobres como a Índia e o Egito e que tem mais de 2000 anos não seriam pobre, por outro lado nações como Canadá, Austrália e Nova Zelândia, também seriam pobres, pois há 150 anos atrás eram inexpressivos e hoje são países desenvolvidos e ricos. A diferença também não reside nos recursos disponíveis que a natureza deu para cada país, pois se fosse assim países como o Japão, com um território montanhoso,e inadequado para a agricultura e criação de gado, não seria um das primeiras economias do mundo atual, o país é como uma imensa fábrica flutuante importando matéria prima do mundo todo e exportando manufaturados, e assim temos vários outros exemplos de outros países que não vou citar. As diferenças intelectuais também não são significativas, mas então qual o segredo do sucesso dessas nações? Qual é então a diferença?

A diferença é a atitude das pessoas , moldada ao longo dos anos pela educação e pela cultura. Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:


1. A ética , como princípio básico.
2. A integridade .
3. A responsabilidade .
4. O respeito às leis e regulamentos .
5. O respeito pelo direito dos demais cidadãos .
6. O amor ao trabalho .
7. O esforço pela poupança e pelo investimento .
8. O desejo de superação .
9. A pontualidade .

Nos países pobres apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária. Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.
Somos pobres porque nos falta atitude. Falta-nos vontade para cumprir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.
Porque falei tudo isso das diferenças entre as nações pobres e as desenvolvidas?
Falei porque também em relação aos CTGs e ao Tradicionalismo a origem do insucesso é o mesmo, ou seja, falta mudar a atitude das pessoas e só se muda as atitudes com educação e cultura.
Também podemos ver CTGs onde todos querem levar vantagem sobre os outros de qualquer maneira, sem ética nenhuma nas atividades e CTGs onde ao verem as coisas erradas, a maioria diz: DEIXA-PRA-LÁ.
Nesses CTGs temos que mudar a atitude das pessoas e assim começar o processo de mudança dentro das entidades. Devemos ter memória viva e não esquecer os nossos erros e dos outros e assim desenvolver a educação e a cultura nos CTGs.
Como querer que os patrões, integrantes de Patronagem, coordenadores ,conselheiros, instrutores e avaliadores de danças, professores de peões e prendas regionais, participantes de departamentos jovens façam as coisas certas dentro da ótica tradicionalista, se não estão preparados?

Para isso temos o CFor que tem como objetivos principais:

- Instrumentalizar às lideranças que, direta ou indiretamente, contribuem para a formação dos jovens tradicionalistas.

- Difundir a filosofia e os objetivos do Movimento Tradicionalista Gaúcho – MTG entre os tradicionalistas e a comunidade em geral.

- Estreitar e aprimorar as relações entre instrutores, ensaiadores, avaliadores, patronagem, coordenadores, conselheiros e diretoria do MTG.

E após o CFor como devemos ensinar ?

Quem aceita a abençoada missão de ensinar, deve especializar-se nessa arte de formar os caracteres dos seus educandos, muito mais do que adestrar-se em passar informações pura e simplesmente.

É preciso que aqueles que se dizem professores ou palestrantes tenham consciência de que cada criatura que passa por uma sala de aula, levará consigo, para sempre, as marcas indeléveis de suas lições. Sejam elas nobres ou não.

É imprescindível que os educadores sejam realmente mestres, no verdadeiro sentido do termo.

Que ensinem com sabedoria, entusiasmo e alegria.

Que exemplifiquem a confiança, a paz, a amizade, o companheirismo e o respeito.

Por fim, todo palestrante ou professor deverá ter sempre em mente que a sua tarefa é uma das mais nobres, porque é a grande responsável por iluminar consciências e formar cidadãos de bem e cultos.

Mestre verdadeiro é aquele que ajuda a esculpir nas almas as mais belas lições de sabedoria.

Devemos ser tudo isso, para então termos sucesso na nossa missão de educadores e transmissores de cultura

Autor: Guimarães – Editor do Chasque Pampeano

 

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